Veneno injetado de agulha,
mexe no meu espírito.
Quantas vozes ainda temos que ouvir
Até que nos chegue o sossego...?
Ora, minhas mãos estão irritadas já,
com essas risadas vazias
com esse andar débil
e essa inteligência grosseira.
Se algum dia eu for pro céu,
espero que ele seja um lugar bem pequeno...
talvez parecido com essas salas de confinamento
dos manicômios.
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